Ouso as vozes
Dos ignorantes que rodeiam
Atormentam-me com suas crenças vazias
Infernizam com seus idéias
E crenças num ser...
... Num ser que os faz sofrer
Das pestes mais infernais
Que consomem sua carne
Que agoniza em meio ao teu sangue
E daquelas promessa vazias
Morra parasita “divino”
Morra sem ter vivido
Pois o único deus que te espera
E aquele que foi expulso do paraíso

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