sábado, 28 de janeiro de 2012

...


A medida que os dias passão
Menos me  incaixo nesse mundo
Nessa terra que sentimentos valem nada

Você e meu tesouro
Beleza rara
que muitas vezes nau compreendo

Sou falho de mais pra voz te compreender
Como se você fosse algo inalcansavel
Longe de mais dos meus dedos

Em desespero te imploro volte pra mim
Preciso do teu amor
Minha linda dama

Mas uma vez me de sua ternura
Cuidas deste corpo
Que adoece sem teu carinho


esses versos simples são dedicados a uma pessoa q demostro gostar de mim de maneira simples mesmo com meus defeitos complexos o sentimento e simples

domingo, 22 de janeiro de 2012

Fé...




Ouso as vozes
Dos ignorantes que rodeiam
Atormentam-me com suas crenças vazias

Infernizam com seus idéias
E crenças num ser...
... Num ser que os faz sofrer

Das pestes mais infernais
Que consomem sua carne
Que agoniza em meio ao teu sangue
E daquelas promessa vazias

Morra parasita “divino”
Morra sem ter vivido
Pois o único deus que te espera
E aquele que foi expulso do paraíso

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Melancolias




Escapando um soluço
Em meio a noite me engasgo
Grunhido o fuço
Em seu nojo me rasgo

Cortao minha pele
As correntes do meu pesadelo
A lamina do inimigo me fere
As mãos odiosas arrancao o meu cabelo

Sinto os dentes de cada condenado
Crava-me a carne é espalha-me o sangue
Oro enquanto vejo meu corpo retalhado
Resto da alma maldita, o inferno cambe

Goza cada amaldiçoado
O gosto de ter de estrela por companheira
Goza meu corpo, meus ossos, separado
Goza a luxuria, a penúria da vida inteira

Gozem nas jaulas dos animais
Nas celas, criminosos e psicopatas
E na inosencia, os palatos de débil- mentais
E na inocência é seu sociopata

Bem vindas e benditas, minhas crianças!
Explodao esse mundo, destruam o que quiser
Pois o ser humano não estranha matanças
Nesse mundo que deus deixou e nem o diabo quer

O paraiso dos hereges dos insanos, o trono
Não foi assim que  planejou o criador
Mas o homem escolheu libertassem de seu dono
Para seguir os passos da liberdade , dada a dor

Desde o purgatório menos dos males e a morte
Alivio quando chega o corpo ao crematório
Livre da cama, do bisturi e de seu corte

Não sei se é feliz ou infeliz
Estrela na sua falta ignorância
Sua piedade ao homem revela diz
E a criação humana, de total insignificância

No mundo dos homens, amor e  utopia
Sonhos armazenados a um outro plano
A paz, por aqui é uma bela fantasia
Nada mais que desordem no solo profano....