quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Nothing has sense




A morte é anjo que acorda do pesadelo da vida
Aqui se encontra mais um vez
Os inseparáveis amantes
O poeta se seu papel
Ou a caneta e o papel
Ou seja

Aqui esta mais uma vez
O nebulo cidade da existência
O esmorecer da luminosidade
O contraste do recipiente
O esvai-se outrora cheio
E o vazio!

Aqui dentro esta há dor
O resultado da perda
O vazio ficou
Paradoxo de dor e alegria
Vazio o que me sobra
Não posso perder

Aqui nessa gélida noite em meu ser
Fico escuro
Tenebroso e mórbido
Reconheço somente o meu vazio

Aqui nesta conjuquitura plácida
Sonsinho e cansado diante da minha realidade
Considero meu vazio minha única integridade
Minha única existência
Desfiguradamente existindo e sendo somente...
Recipiente das ilusões acredito tenasmente.


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

††Na noite sou livre††


No vazio de toda noite
Me sinto tão livre, tão liberta
Não preciso mais daquela foice
Agora estou com a mente aberta.

A lua em silêncio me observa
A brisa leve toca meu rosto
Esse é o paraíso que me reserva
A parte de minha vida que tenho gosto.

É nesse maravilhoso momento do dia
Que desperto meu ser escondido
Me livro de toda melancolia
E me entrego ao sentimento proibido.

Quando o dia volta a raiar
Começo de novo a ver rostos
Rostos que gostam de enganar
Com suas falsidades e injúrias que dão desgosto

Por isso prefiro a noite perambular
Pois assim não haverão rostos com os quais odiar.

Bom espero que goste te cuida ai ok bjs de um amigo do sul

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Pecado



mundo maldito onde mace
faz de minha vida
uma eterna maldição

carma que me segue
desejo proibido
pecado divino

faz-me um morto vivo
vagando por essa terra
cheia de espinhos

Meus pés sangram,
mas não sinto dor
o alimento que como
me dilacera como acido

Ó terra amaldiçoada
teu barro me contamina
o que fiz para merecer
tal destino?

como podes me castigar
por uma coisa que faz parte
de minha alma

se tal coisa é divina
porque aqui é maldito o que tem de tão
proibido em ...
Amar alguém

sábado, 5 de dezembro de 2009

Noite negra


Noite negra
Trevas que me possuem
Alimentam o meu ódio

A espada sedenta do
Sangue dos inocentes
Que executei

Espada maldita
Sua sede não para
Em minha mão
A carne se retalha

Ouso vozes
Vozes dos inocentes
Que executei

A cede não para
O ódio aumenta
A vingança não cessa

A sanidade é um tesouro
A loucura esta em todo canto
Em minha mente

A morte parece reconfortante
As almas me tentam
A loucura aumenta

Num impulso a espada crava
Em meu peito
Os espíritos que matei me rodeiam

Sedentos de vingança
Via o ódio em seus olhos
Agora estava em suas mãos

Para o inferno me levaram
E a onde irei de padecer
Por toda a eternidade.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Olhos verdes




Que olhos são estes?
Que me observam com ternura
Que nunca senti na vida
São como um poço de loucura
E de incesáteis;
Mas também de carinho
Como um afago de um irmão
São como a esperança
De um dia que se inicia
São meigos como
De uma criança inocente
Mas carregam a malandragem
De um boêmio da noite
São extremos que parecem
Não se mistura
Como a luz e as trevas
Como o fogo e o gelo
Isso é possível?
Pois eu digo que sim
Pois para quem
Não vê o que eu sinto
Vê apenas um par
De olhos verdes.