quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Nothing has sense




A morte é anjo que acorda do pesadelo da vida
Aqui se encontra mais um vez
Os inseparáveis amantes
O poeta se seu papel
Ou a caneta e o papel
Ou seja

Aqui esta mais uma vez
O nebulo cidade da existência
O esmorecer da luminosidade
O contraste do recipiente
O esvai-se outrora cheio
E o vazio!

Aqui dentro esta há dor
O resultado da perda
O vazio ficou
Paradoxo de dor e alegria
Vazio o que me sobra
Não posso perder

Aqui nessa gélida noite em meu ser
Fico escuro
Tenebroso e mórbido
Reconheço somente o meu vazio

Aqui nesta conjuquitura plácida
Sonsinho e cansado diante da minha realidade
Considero meu vazio minha única integridade
Minha única existência
Desfiguradamente existindo e sendo somente...
Recipiente das ilusões acredito tenasmente.


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