sábado, 5 de dezembro de 2009

Noite negra


Noite negra
Trevas que me possuem
Alimentam o meu ódio

A espada sedenta do
Sangue dos inocentes
Que executei

Espada maldita
Sua sede não para
Em minha mão
A carne se retalha

Ouso vozes
Vozes dos inocentes
Que executei

A cede não para
O ódio aumenta
A vingança não cessa

A sanidade é um tesouro
A loucura esta em todo canto
Em minha mente

A morte parece reconfortante
As almas me tentam
A loucura aumenta

Num impulso a espada crava
Em meu peito
Os espíritos que matei me rodeiam

Sedentos de vingança
Via o ódio em seus olhos
Agora estava em suas mãos

Para o inferno me levaram
E a onde irei de padecer
Por toda a eternidade.

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