sexta-feira, 24 de junho de 2011

Melancolias

Escapando um soluço
Em meio a noite me engano
Grunido o fuço
Em seu nojo me rasgo



Cortão minha pele
As correntes meus pesadelo
A lamcina do inimigo me fere
As mãos odiosas arrancam meus cabelos




Sinto os dentes de cada condenado
Crava-me a carne e espalha meu sangue
Enquanto vejo meu corpo ser retalhado
Resto da alma maldita, o inferno lambe

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