sábado, 28 de novembro de 2009

Noite sombria





Noite sombria
Chuva gélida
Cheiro de morte
No ar

Minha mente adoece
A lamina corta meus pulsos
Deixando esvair
O liquido vermelho da vida

Com ele vai
Minhas esperanças
Minhas alegrias
Meus sonhos

Somente sobra a tristeza
Fiel companheira
De noites de solidão

É ela que esta comigo
Quando um afago me é negado
É ela que esta comigo
Quando eu choro

Fiel companheira
Que ainda reside
Em meu corpo

Em meu toque
Ela esta presente
Pois a rosa que
Dou-lhe e seca

Ó tristeza
Você e ligada a mim
Como o baralho ao jogador

Ó tristeza
Leve-me deste lugar
Mata meu corpo

Imploro a lamina
De modo desesperado
Que mata-me

Tira esse sentimento
Que me tortura
Pois hoje sofro de amor.

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